Hoje eu quero voltar sozinho – Sobre independência e amor

16 abr

Assim como no último post escrito após mais uma de minhas idas ao cinema, fui assistir um filme nacional. Também assim como da última vez, estava verdadeiramente interessado em assistir. Não só por conta do trailer.

Antes de virar filme, “Hoje eu quero voltar sozinho” já era um curta de sucesso.  Só fui conhecer e assistir o curta uns dois meses atrás. Lembro de ter pensado um “orra, que massa” no final. Talvez o clima em que eu estava tenha ajudado nesse pensamento.


 

Bom, quando fui assistir o filme estava num clima massa, também, e isso pode ter ajudado outra vez. É parecido com aquela história do “foi no calor do momento”.

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Achei bem massa.

A história é pelo ponto de vista (hein, piadinha) do Léo, um garoto cego e que curte música clássica. Mesmo sabendo se virar muito bem, ser cego atrapalha o Léo em algumas coisas e faz com que ele se incomode com a maneira excessivamente cuidadosa que as pessoas tem ao tratar ele. Ele quer ser mais independente e tal.

Na escola, ele está sempre com sua amiga Giovana. Ela o ajuda em muita coisa e eles se dão bem. Começam a ter certos desentendimentos quando um aluno novo, o Gabriel, chega na turma.

Assim como o curta, o filme é bonitinho. Posso ter feito alguns “own” enquanto assistia, confesso.

“Hoje eu quero voltar sozinho” é tão massa quanto seu curta e pegar carona em um bicicleta guiada por um cego ainda não me parece uma boa ideia. De qualquer forma, 9 Xícarazinhas me parece bem justo.

9

 

Sempre desconfie de quem convenientemente perde a memória após ingerir bebida alcoólica e fazer algo que não deveria. Sempre desconfie, também, de quem fica escrevendo tudo errado no Twitter nas madrugadas de sábado. Incrível como 2 copos de cerveja fazem as pessoas e os corretores de seus respectivos celulares se tornarem semi-analfabetos.

Não que isso atrapalhe-as de escrever textos gigantes, estúpidos e desnecessários no Facebook, claro.